"Eu escrevo sem esperanças de que o que eu escrevo
altere alguma coisa.
Não altera em nada.
Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro."
ClariceL.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
- Algo Sobre Felicidade -
E foi assim numa quase manhã de Domingo que tudo se transformou. Passamos a rir juntos. Ter planos. E finalmente saímos de uma tão longa Singularidade para uma Pluralidade e nos tornamos ‘nós’. Penso em um milhão de coisas quando se trata de você. Sinto que me faz um bem danado. Consigo te sentir cada dia que passa mais e mais. Preciso te contar um segredo, - Eu sinto frio na barriga cada vez que te vejo -. Não sei como faz pra parar isso. Mas eu acho legal. Não entendo muito dessas coisas, mas imagino que seja bom. E com tantas desilusões isso tem que ser no mínimo legal não é mesmo Felicidade ?!?!?!? Então que seja doce até os Dias acabarem :D
#Obrigado por aparecer por aquii FELICIDADE SuaLinda#
sábado, 15 de outubro de 2011
- Algo sobre Renovação -
E de repente eu escuto uma voz vindo de uma janela qualquer. Uma voz meio tímida ainda, mas muito boa de se ouvir. E de se sentir. Uma voz que parece de uma beleza imensurável. E que de vez em quando se aproxima e se afasta. Não consigo entender o por que disso tudo. Na verdade eu nunca sei porque as coisas acontecem assim. Deve ser porque eu ainda estou muito aqui dentro. Dentro de mim e de antigos olhares e pensamentos. Mas olha,eu estou fazendo de tudo pra te ouvir. Tudinho mesmo. As coisas ai fora me dão um pouco de medo. Medo dessa tal ‘Reciprocidade’ não se alojar entre esperas. E que essas esperas se tornem eternas. Não gosto de esperar. Nada nem ninguém. Isso me remete a perda de tempo. E convenhamos que isso não é nada bom. Então nessas manhãs de frio, quando a geada pinta a grama verde, que eu me procure ai fora. Que essa voz passe a me chamar cada vez mais auto. E que de alguma forma você me salve e me leve pra um lugar seguro.
domingo, 2 de outubro de 2011
A Carta
Faz algum tempo que eu não te vejo. Não sei se isso da minha ausência te faz pensar mais em mim. Acho que há tempos não pensa em mim. Ou será que já pensou em mim alguma vez ??? Isso é muito complicado, mas não quero entrar nesses detalhes. Não estou te escrevendo pra me lamentar ou pra falar o quanto você me fez sofrer ou me fez feliz, nem pra contar algo novo que aconteceu comigo e muito menos pra falar das quantidades de noites que passei em claro lembrando do teu rosto. Do teu gosto. Do teu olhar. Aah,o teu olhar ... Não!!! Eu te escrevo pra dizer que eu ‘Desisto’ de você. Juro que tentei te guardar em mim, mas a sua indiferença tomou conta do meu Eu. E me fez perceber que jamais poderia existir algo mais alem de amizade entre eu e você. Só lembrando que eu não costumo desistir das coisas, mas, sabe quando chega um ponto onde você mesma percebe que não dá mais ?!?!?! Então você chega pra você e diz: -“Ei acorda, aqui não é mais lugar pra você. Quem sabe na próxima alguém te puxe pelo braço e te impeça de ir embora, porquê aqui não tem esse ‘Alguém “ -. Ai então você vai embora. E eu vou. Não muito feliz. Mas vou. Vou com a certeza de que não foi por minha culpa que tudo não se pôs em seu lugar. E essa carta é pra você.
- Sem Destinatário -
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Sinal ...'
Ler ouvindo Back to Black - Amy Winehouse :D
Tô com vontade de coisas que ainda não vivi. Mas que quero viver. Como seria se eu não tivesse aquela vontade de você ?? Será que teríamos nos tornado amigas ?? ou meras conhecidas ?? Quem vai saber. Destino? Creio que não. Não acredito em Destino. Coisas acontecem porque você vai atrás. Procura. Deseja. Imagina. E em partes consegue. Talvez eu tenha procurado, como uma pessoa que não se contenta com uma vida emocionalmente miserável como a que eu andava levando. A falta de algumas coisas como pessoas, te levam a fazer coisas que você nunca imaginou ou mesmo quis pra você. Um estado deprimente se encontra a menina. Chorando por um amor que poderia ter acontecido, aflorado por si só. Ou não também. Talvez tenha sido apenas um ensaio pra próxima. Sua indiferença as vezes me deixa frustrada. Não saber o que você pensa. O que você quer. O que você queria. Se ainda quer. Me deixa louca. Bem que você podia levantar a cabeça e me dizer algo. Sair desse esconderijo que eu já estou quase perdendo o caminho de vista. Ou já perdi. Ou apenas esqueci e como uma amnésia cicatrizada pode ser que eu me lembre do caminho. A menos que você me impeça. Mas pra isso eu só preciso de um sinal.mostre-me antes que eu enlouqueça.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
"Repito sempre: sossega, sossega - o amor não é para o teu bico - ...'
Mentir pode ser um ato de generosidade. A mentira nem sempre causa danos, às vezes ela apenas protege contra mágoas desnecessárias.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos.
Livrar-se de uma lembrança é um processo lento, impossível de programar. Ninguém consegue tirar alguém da cabeça na hora que quer, e às vezes a única solução é inverter o jogo: em vez de tentar não pensar na pessoa, esgotar a dor. Permitir-se recordar, chorar, ter saudade. Um dia a ferida cicatriza e você, de tão acostumada com ela, acaba por esquecê-la. A dor não vai passar, não agora! É isso que ninguém tem coragem de nos dizer. A dor da perda, a dor de fracassar, a dor de não corresponder a uma expectativa, a dor de uma saudade, a dor de não saber como agir, de estar perdida, instável, de ter dúvidas na hora de fazer uma escolha, todas estas dores, que parecem pequenas para quem está de fora, nos acompanharão.
Não passam as dores, também não passam as alegrias. Tudo o que nos fez feliz ou infeliz serve para montar o quebra-cabeças da nossa vida. Todas são aproveitáveis.
Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Então foi preciso aprender, hoje faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço meus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós. É assim que aproveito a vida, me permitindo as emoções maiores, as mais intensas, as que duram pra sempre.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente.
Amor permanente... como a gente se agarra nesta ilusão. Pois se nem o amor pela gente mesmo resiste tanto tempo sem umas reavaliações. Por isso nos transformamos, temos sede de aprender, de nos melhorar, de deixar pra trás nossos imensuráveis erros, tudo o que fizemos achando que era certo e hoje condenamos.
Livrar-se de uma lembrança é um processo lento, impossível de programar. Ninguém consegue tirar alguém da cabeça na hora que quer, e às vezes a única solução é inverter o jogo: em vez de tentar não pensar na pessoa, esgotar a dor. Permitir-se recordar, chorar, ter saudade. Um dia a ferida cicatriza e você, de tão acostumada com ela, acaba por esquecê-la. A dor não vai passar, não agora! É isso que ninguém tem coragem de nos dizer. A dor da perda, a dor de fracassar, a dor de não corresponder a uma expectativa, a dor de uma saudade, a dor de não saber como agir, de estar perdida, instável, de ter dúvidas na hora de fazer uma escolha, todas estas dores, que parecem pequenas para quem está de fora, nos acompanharão.
Não passam as dores, também não passam as alegrias. Tudo o que nos fez feliz ou infeliz serve para montar o quebra-cabeças da nossa vida. Todas são aproveitáveis.
Há, como falei, duas dores. A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar desimportante para o ser amado. Mas quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por ninguém. Dói também.
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um suvenir de uma época bonita que foi vivida, passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação com a qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a dor-de-cotovelo propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: eu amo, logo existo.
Então foi preciso aprender, hoje faço menos planos e cultivo menos recordações. Não guardo muitos papéis, nem adianto muito o serviço. Movimento-me num espaço cujo tamanho me serve, alcanço meus limites com as mãos, é nele que me instalo e vivo com a integridade possível. Canso menos, me divirto mais, e não perco a fé por constatar o óbvio: tudo é provisório, inclusive nós. É assim que aproveito a vida, me permitindo as emoções maiores, as mais intensas, as que duram pra sempre.
#CFA
sábado, 20 de agosto de 2011
Algo sobre Amores Perdidos
Sabe quando você olha para o passado e pensa: “Puta que pariu, que merda foi essa que eu fiz com aquele Amor ??? “. Pois é, isso tem acontecido comigo nesses últimos dias. Dá uma vontade de voltar no tempo e desfazer tudo, e construir um novo futuro ou presente sei lá... Mas é tipo agora o que prevalece é a amizade. Amizade é o caralho. Eu quero é mais. Mais amor. Mais a gente perto. Mais troca de carinho. Mais ligações de madrugada. Mais ,muito mais Plural. Porém, não é assim que funciona. Quando você começa a não dar tanta importância para uma pessoa que realmente tem algo a te oferecer , você mesmo começa a destruir o que aquela pessoa sente por você –Falo por experiência própria- .E tipo, depois que tudo parece não fazer mais sentido, aquele Amor se torna um DESamor. E quando você vai se dar conta não tem mais volta. Por isso cuide bem do seu Amor, pois ele é único e não se sabe até quando ou onde ele pode durar.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Algo sobre ser gentil e ser verdadeiro ...’
Retribuir uma amizade. Entrar na vida de uma pessoa sem motivos algum. Sem dar explicações. Ir simplesmente entrando. Tratar bem um desconhecido. Lhe dar bem com as diferenças. Não custa nada você parar um pouco e perceber que nem tudo na vida é desamor. Rancor. A vida também tem seu lado bom. Também tem o lado de pessoas bacanas que você realmente possa confiar. Aproveitar cada gesto de amizade, cada palavra de ajuda, cada “mão lavando a outra”, é muito importante para uma convivência pacifica. De que me adiantaria viver em um lugar onde eu teria tudo e ao mesmo tempo nada ???? Um lugar onde eu teria uma casa, um bom emprego e um carro zero na minha garagem se no final eu estaria completamente rodiada de pessoas aproveitadoras que não estavam ali por mim. Pelo eu caráter. E sim pelo que eu tinha – Materialmente falando - , e pelo meio que eu freqüentava. Ser gentil não tira pedaço. Ser gentil não custa nada. É apenas uma forma fácil de demonstrar que ainda existe amor para com o próximo. Eu ainda quero acreditar no lado puro das pessoas, no lado inocente, no lado da falta de interesse, do carinho gratuito, do afeto sem retorno ... poxa o que fizeram das pessoas verdadeiras??? Foi o mundo que se tornou frio ou fui eu quem nunca percebeu que ele sempre foi assim!!! Prefiro uma pessoa verdadeira a 1000 falsos ao meu redor!!! Por isso seja gentil e acima de tudo seja Verdadeiro!!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Delete#
Raiva. Jogar tudo em palavras. Simples ou não. Raiva por ter feito tudo errado. Raiva por ter feito tudo certo. Podia ser diferente. Droga! Mas quem iria advinha NEER ??? Deixar tudo como eu queria, já estava se tornando difícil pra mim. Eu já tava esgotada de tanta coisa posta em cima de mim. Das minhas costas. Do meu coração. Juro que dei o meu máximo pra te fazer feliz. Pra me fazer feliz. Mas parece que não resolveu. Dias perdidos. Ou não. Quem vai saber ?? E o que restou??? Olha, eu não queria mas de você em mim resta apenas, não sei se raiva seria a melhor palavra pra resumir o que você deixo em mim, mas garanto que o único sentimento que você conseguiu me deixar foi Raiva. Sentimento esse que eu ando tentando deletar do meu coração. Pois sei que não vai me levar a nada. Isso só vai impedir o meu coração de achar outro coração. E eu não quero isso pra mim. Não gosto de me lamentar.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Ao me deitar eu estava pensando em ti, eu não sei se é sonho, eu não sei mesmo o que acontece, mas eu te sinto sempre, até enquanto durmo, sinto seu toque, sua voz, seu sorriso. Sinto e vejo tudo, meu misto de sonho e realidade, por que demorou tanto pra chegar? […] Ao amanhecer sua imagem continuava nítida em minha mente, meio sonolenta acabei despertando pelo vibrar do celular, e era você. E tem sido você, e vai continuar sendo você. Por tanto tempo eu quis, e então você chegou.
“Um dragão jamais pertence a, nem mora com alguém. Seja uma pessoa banal igual a mim, seja unicórnio, salamandra, harpia, elfo, hamadríade, sereia ou ogro. Duvido que um dragão conviva melhor com esses seres mitológicos, mais semelhantes à natureza dele, do que com um ser humano. Não que sejam insociáveis. Pelo contrário, às vezes um dragão sabe ser gentil e submisso como uma gueixa. Apenas, eles não dividem seus hábitos”.
- Caio Fernando Abreu.
- Caio Fernando Abreu.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Quase o fim ...''
Ando tendo uns pensamentos bestas. Meios tortos talvez. Ando escrevendo umas lorotas também. Negar o que eu sinto nunca foi tão difícil. Não sou muito de fazer isso. Mas a situação pedia. Negar pensamentos. Olhares. Angustias. E até mesmo o seu nome. Ah! Isso está sendo muito difícil pra mim. Esses últimos dias estão sendo aqueles do qual eu ando querendo esquecer. Apagar da memória. To querendo ser feliz. Buscar quem me faça feliz. Muito embora pareça que quanto mais eu fujo mais os meus pensamentos me atormentam me levando até você. E isso machuca, sabia??? Ando pedindo ajuda pra algumas pessoas. É ótimo estar com elas. Mas quando volto a estar só, você me vem a cabeça como se fosse uma droga do qual eu fique muito tempo sem usá-la e sinta que preciso dela. Mas ando tentando ser mais forte e praticando o desapego. Ah! O desapego. Desapego de coisas. Pessoas. Momentos. Tudo. Tudinho mesmo. Ando tentando ser feliz. Só tentando mesmo. Talvez em uma dessas tentativas alguém bata a minha porta e me ofereça uma maçã bem verde e um café bem quente. Então eu sentirei que tudo terá chegado ao fim.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Talvez "Algo" ... Talvez "Alguém" ...
E essa falta absurda de Algo ou Alguém??? Algum momento não vivido. Ou Alguém mesmo... Não sei. Uma coisa de dentro pra fora. Como se eu precisasse de algo ou alguém naquele momento. Momento esse de perda de alguém. Alguém esse que talvez fosse ou estaria prestes a se tornar algo essencial na minha vida. Mas como uma semente podre, não veio a amadurecer. Nem se quer mudou qualquer feição no meu canteiro. E essa falta absurda de Algo ou Alguém retorna aos meus dias. Como se a vida passasse diante dos meus olhos e eu não podendo sair do lugar achado que havia deixado Algo ou Alguém pendente. Pendente da minha palavra. Do meu desabafo. Das minhas brigas intermináveis -que realmente eram intermináveis-. O rumo das coisas não precisava ter tido esse fim. Mas foi preciso. Pelo menos pra mim. Ou então seria mais uma pessoa na fila de espera de transplante de coração. Porque depois dessa tempestade não sobraria mais nada do meu humilde coração. E essa falta absurda de Algo ou Alguém que não passa. Que não quer passar. Que eu não deixo passar. Peço apenas que não se instale de vez em meu peito, pois como qualquer pessoa que quebra a cara, se levanta e ergue a cabeça olhando pra frente. Porque se olha pra trás acaba se derretendo em lágrimas.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Assinado Eu
Já faz um tempo que
eu queria te escrever um som.
Passado o passado, acho que eu
mesma esqueci o tom. Mas sinto que
eu te devo sempre alguma
explicação. Parece inaceitável a
minha decisão. Eu sei. Da primeira
vez, quem sugeriu, eu sei, eu sei,
fui eu. Da segunda quem fingiu que
não estava lá, também fui eu. Mas
em toda a história, é nossa
obrigação saber seguir em frente,
seja lá qual direção. Eu sei.Tanta
afinidade assim, eu sei que só
pode ser bom. Mas se é contrário,
é ruim, pesado e eu não acho bom.
Eu fico esperando o dia que você
me aceite como amiga, ainda vou te
convencer. Eu sei. E te peço, me
perdoa, me desculpa que eu não fui
sua namorada, pois fiquei
atordoada, faltou o ar, faltou o
ar. Me despeço dessa história e
concluo: a gente segue a direção
que o nosso próprio coração
mandar, e foi pra lá, e foi pra lá.
-pois naum adianta deixar-mos pra lá algo que ainda os encomoda, na verdade
isso não faz nem sentido. por isso coloque pra fora,deixe fluir por mais que isso
doa. . . Mais uma vez desculpas não queria magoar você,só acho que o que fiz era
a melhor coisa a fazer. . .por tudo!!!! Mais vou levando comigo uma pequena bagagem
com o seu nome, e não pretendo me desfazer dela tão tão cedo.-
- Pra você Urbana-
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Idem não... Eu Te Amo..."
ELA: -Deixa eu te falar uma coisa que ta me martelando até agora. presta atenção.
EU: humrum...
ELA: É bem incrível perceber que cada dia que passa uma pessoa que veio do nada,tão cheia de coincidências,tão cheia de mistérios,de luz, de sensualidade,de meiguiçe, carinho e de tantas outras coisas,fosse conquistar meu coração.Coração este,que já estava ocupado,pelo que eu acreditava ser o verdadeiro amor,mas de uma forma inesplicavel e por mais que não se acredite lenta,vc conquistou aquele lugar,antes preenchido por outro.Algumas semanas de namoro,e já temos uma boa bagagem de brigas e reconciliações!Ontem quando você foi embora,algo estranho aconteceu,senti como se fosse a ultima vez que ia te ver! hoje,percebi que não é só de IDENS que vivem os homens,mas sim de EU TE AMO. e isso eu acabo de re.aprender com vc!Janaira M.L, você aceita namorar comigo! não por impulso,ou por nada do tipo,mas simplesmente,por que eu aprendi,nesse mês,que além de amar você,eu necessito de você ao meu lado...
EU: #Sempalavras...cara você também é tudo e mais um pouco de tudo que eu esperava...
EU: humrum...
ELA: É bem incrível perceber que cada dia que passa uma pessoa que veio do nada,tão cheia de coincidências,tão cheia de mistérios,de luz, de sensualidade,de meiguiçe, carinho e de tantas outras coisas,fosse conquistar meu coração.Coração este,que já estava ocupado,pelo que eu acreditava ser o verdadeiro amor,mas de uma forma inesplicavel e por mais que não se acredite lenta,vc conquistou aquele lugar,antes preenchido por outro.Algumas semanas de namoro,e já temos uma boa bagagem de brigas e reconciliações!Ontem quando você foi embora,algo estranho aconteceu,senti como se fosse a ultima vez que ia te ver! hoje,percebi que não é só de IDENS que vivem os homens,mas sim de EU TE AMO. e isso eu acabo de re.aprender com vc!Janaira M.L, você aceita namorar comigo! não por impulso,ou por nada do tipo,mas simplesmente,por que eu aprendi,nesse mês,que além de amar você,eu necessito de você ao meu lado...
EU: #Sempalavras...cara você também é tudo e mais um pouco de tudo que eu esperava...
domingo, 10 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Amizades...''
Brancas, pretas e coloridas... mas sempre amizades!
Me falaram uma vez que amigos são a família que a gente escolhe!
Pode ser...
Assim como no amor - muito embora amizade não deixe de ser amor- eles simplesmente se instalam no nosso coração sem pedir licença. São mesmo folgados. Agora a intimidade é bicho chato. Se você conhece uma pessoa a um pedaço de tempo e já consegue sentir que realmente aquela pessoa merece sua amizade, começa a folga. Chega na sua casa sem avisar, chama sua mãe de tia e seu pai de tiozim -eu faço isso- , chama seu irmão ou irmã pra sair, mexe nas suas coisas, gasta seu últimos bônus que na verdade era para o mês inteiro. E por ai vai. Mas são eles que na hora do aperto vai ta sempre com você. Tipo, precisou é só gritar que eu estarei lá. São eles que mexem na sua ferida pra depois colocar atadura –já dizia Mariado: os colegas ficam rodiando a ferida até sarar, já os amigos põe mesmo o dedo pra depois colocar as ataduras- e eu concordo. Agradeço todos os dias a Deus pelos meus amigos...
''É tão forte como o vento quando sopra, é mais forte que não quebra não entorta, pode crer eu tô falando de amizades'' ...♫
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Entre o Sim e o Não’’
E lá vem você com seu jeitinho doce dizendo pr’eu não me preocupar... Mas lá no fundo sempre tem aquela coisa, aquele medo que nem eu mesma pude entender. Ou não quero entender. Por insegurança. Por razão. Por nem sei o que. Hoje você me pareceu mais distraída que os outros dias. Me vem com uma história de que vai ver o outro lado da vida no sábado. Que nem liga mais. Mas eu sei que liga. Liga tanto que ainda não conseguiu se desligar -não o bastante- daquilo que nos separava. Mas talvez possa ser outra coisa. Pode ser só desapego mesmo. Nem sei. Só sei que não vou permitir uma fuga como a antiga –pelo menos não tão rápido- e que não deixarei você se perder de mim. Imaginei uma coisa, mas você me pegou de surpresa. Eu até gostei. Só não esperava. Não tão rápido. Mas não reclamo, pelo contrario, só agradeço por tudo de mais maravilhoso que você me proporciona... Amo Amo Amo ela... poRquê ela ser meu eterno vício!!!
E se for...
Bom, estou aqui mais uma vez a escrever sobre o que sinto. Não entendo, mas nesse exato momento não sei o que dizer. Sinto-me até mal quando isso acontece, mas já que venho escrevendo há algum tempo sinto a necessidade de ser sincera e dizer que não consigo escrever nenhuma linha com algum assunto interessante. Desculpe-me se tomo seu tempo me lamentando com assuntos que não deveriam me incomodar pelo fato de serem insignificantes, mas acredite pra mim é como se eu tirasse um peso das minhas costas, já que não tenho com quem desabafar tudo que sinto. Por mais que me sinta a vontade em me perder entre palavras isso não é tudo, eu sinto que eu preciso de mais, não sei alguém que me entendesse talvez não precisasse me entender apenas que me escutasse - ou tentasse -, digo ao menos que tentasse me entender já que ultimamente até eu mesma venho tentando me entender e de forma alguma venho conseguindo manter êxito. Será que é só isso? Será eu vou acabar dessa forma, como uma incógnita que ninguém jamais conseguiu decifrar? Se for não estou gostando nem um pouco desse fim.
>.<
Happy''
E agora a tristeza que tinha se instalado no meu peito foi-se embora e acho que agora de vez. O que deixava os meus dia mais alegres, meus sonhos mais agradáveis e minha vida mais cheia de cor apareceu finalmente, e agora não penso mais no amanhã. se eu vou me arrepender, se vou me machucar, se vou ficar triste. isso não importa mais. Agora só penso no hoje, por que geralmente quando pensava no amanhã e no que as outras pessoas iriam pensar ou dizer sobre tudo, sempre acabava triste e sozinha. Agora to a fim de dar minha cara a tapas e cair com tudo sem ter medo de nada. ;]
segunda-feira, 4 de abril de 2011
...
— Foi melhor assim.
— Tinha de acabar.
Pois então por que diabo não acabara mesmo naquela ocasião no banco da Praça? Para se sentir cada vez mais infeliz por uma coisa que não teria nunca?
# Fernando Sabino
— Tinha de acabar.
Pois então por que diabo não acabara mesmo naquela ocasião no banco da Praça? Para se sentir cada vez mais infeliz por uma coisa que não teria nunca?
# Fernando Sabino
Talvez amanhã"
“Não sei por que eu ainda insisto na gente”. Se cada dia que passa você está mais fria comigo. Pelo jeito a melhor coisa que posso fazer nesse momento é me afastar de você e procurara alguém que realmente me dê o valor que eu mereço. Acho que essa coisa de correr atrás não combina muito comigo não, logo por que eu odeio ficar insistindo em algo que ta na cara que não vai dar certo. Mas pra falar a verdade não sei o que acontece comigo em relação a você, eu sei que não dá mais certo da gente ficar juntas mais mesmo assim continuo a inventar desculpas pra poder te ligar e perguntar como estão as coisas, se por um acaso está namorando ou coisa do tipo. Mas sei que não devo mais ir atrás por que agora é sua vez de fazer isso e não devo me preocupar por que o que for pra ser pra ser vigora, se não der certo é por que eu estava lutando por algo que realmente nunca me pertenceu.
Ou vai ou racha"
Agora sim acredito -totalmente ou parcialmente- nessa expressão. A questão é que eu não sei ao certo o que eu realmente estou sentindo nesse momento, só sei que é algo muito forte, muito intenso, muito legal até de se sentir por mais que seja algo proibido, pelo menos para o segundo lado. O que acontece quando uma pessoa sente algo por outra e começa a cultivar um medo -digo que se não for medo é algo bem pior- de falar e se declarar, de jogar para fora tudo aquilo que sente, pelo simples fato do receio de quebrar a cara futuramente? Confesso posso está sendo fraca por não demonstrar o que eu queria naquele momento, por deixar a duvida me corroer, e por me deixar ser tão sozinha a ponto de deixar escapar algo tão prazeroso. E logo o sentimento de culpa me vem à cabeça. Culpa por não ter me mantido só, e por não ter me afastado a tempo, e por mais ainda por ter me deixado ser influenciada por segundos. Mas definitivamente as coisas nem sempre acontecem da forma que a gente imagina. Tentei ir várias vezes mais no fim não encontrei a abertura que eu precisava então me vi na obrigação de sair apagando as pegadas pra não correr o risco de me perder novamente por entre tuas palavras, entre o sorriso dos teus olhos -algo que mais me fascina- por entre teus beijos. E finalmente o que me sobra... Rachaduras que martelam meu coração e me deixam frustrada em pensar que poderia ser diferente se eu chegasse e falasse algo e você.
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