"Eu escrevo sem esperanças de que o que eu escrevo
altere alguma coisa.
Não altera em nada.
Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro."


ClariceL.

domingo, 10 de abril de 2011


Ela deixou que a mão dele descesse até abaixo da cintura dela. E numa batida mais forte da percussão, num rodopio, girando juntos, ela pediu:
— Deixa eu cuidar de você.
Ele disse:
— Deixo.
# Caio Fernando Abreu 

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