"Eu escrevo sem esperanças de que o que eu escrevo
altere alguma coisa.
Não altera em nada.
Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro."


ClariceL.

terça-feira, 19 de novembro de 2013



Depois que você foi embora, o vazio da poltrona não parou de me olhar. O café que aquecia esfriou. A chuva não parava de cair. Parecia tudo tão melancólico. Tudo tão bucólico. A alegria da chegava tornava-se um constante frio na espinha. Era hora de dizer adeus. E suspirou no ultimo segundo e partiu. Partiu-lhe o coração, deixando que transbordasse toda aquela sensibilidade contida nela. Do fim, adeus.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Não é menos do que desesperador num segundo parecer estar se afastando de uma pessoa e 'noutro' vendo quão íntimas e próximas são. Ou quando você está tão triste que não consegue fazer outra coisa  senão permanecer estático olhando pro nada. Quando esquecer é apenas um intervalo entre uma recordação e outra. Me questiono se a tristeza sempre volta ou somos nós que sempre voltamos pra ela.