Ando tendo uns pensamentos bestas. Meios tortos talvez. Ando escrevendo umas lorotas também. Negar o que eu sinto nunca foi tão difícil. Não sou muito de fazer isso. Mas a situação pedia. Negar pensamentos. Olhares. Angustias. E até mesmo o seu nome. Ah! Isso está sendo muito difícil pra mim. Esses últimos dias estão sendo aqueles do qual eu ando querendo esquecer. Apagar da memória. To querendo ser feliz. Buscar quem me faça feliz. Muito embora pareça que quanto mais eu fujo mais os meus pensamentos me atormentam me levando até você. E isso machuca, sabia??? Ando pedindo ajuda pra algumas pessoas. É ótimo estar com elas. Mas quando volto a estar só, você me vem a cabeça como se fosse uma droga do qual eu fique muito tempo sem usá-la e sinta que preciso dela. Mas ando tentando ser mais forte e praticando o desapego. Ah! O desapego. Desapego de coisas. Pessoas. Momentos. Tudo. Tudinho mesmo. Ando tentando ser feliz. Só tentando mesmo. Talvez em uma dessas tentativas alguém bata a minha porta e me ofereça uma maçã bem verde e um café bem quente. Então eu sentirei que tudo terá chegado ao fim.
"Eu escrevo sem esperanças de que o que eu escrevo
altere alguma coisa.
Não altera em nada.
Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas.
A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro."
ClariceL.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Talvez "Algo" ... Talvez "Alguém" ...
E essa falta absurda de Algo ou Alguém??? Algum momento não vivido. Ou Alguém mesmo... Não sei. Uma coisa de dentro pra fora. Como se eu precisasse de algo ou alguém naquele momento. Momento esse de perda de alguém. Alguém esse que talvez fosse ou estaria prestes a se tornar algo essencial na minha vida. Mas como uma semente podre, não veio a amadurecer. Nem se quer mudou qualquer feição no meu canteiro. E essa falta absurda de Algo ou Alguém retorna aos meus dias. Como se a vida passasse diante dos meus olhos e eu não podendo sair do lugar achado que havia deixado Algo ou Alguém pendente. Pendente da minha palavra. Do meu desabafo. Das minhas brigas intermináveis -que realmente eram intermináveis-. O rumo das coisas não precisava ter tido esse fim. Mas foi preciso. Pelo menos pra mim. Ou então seria mais uma pessoa na fila de espera de transplante de coração. Porque depois dessa tempestade não sobraria mais nada do meu humilde coração. E essa falta absurda de Algo ou Alguém que não passa. Que não quer passar. Que eu não deixo passar. Peço apenas que não se instale de vez em meu peito, pois como qualquer pessoa que quebra a cara, se levanta e ergue a cabeça olhando pra frente. Porque se olha pra trás acaba se derretendo em lágrimas.
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